Pânico instaurado. O que fazer diante de situação nunca antes vivida? Ou, pelo menos, para as gerações atuais. Continue lendo “LAR, DOCE LAR!”
SAUDADE, DOCE SAUDADE!
O senso mais comum deste mundo de meu Deus determina que uma existência por estas bandas nunca é isenta de boa dose de saudade. Isso mesmo. Ela tem o poder de arrebatar o ser humano, sobretudo, aquele que passou de meia idade. Não que seja exclusividade dos mais velhos, mas é sobre eles que, quase sempre, recai com mais pujança. Continue lendo “SAUDADE, DOCE SAUDADE!”
ALÁ, MEU BOM ALÁ
Dizem que, em momento tão difícil como o que se vive neste vasto rincão, o povo não vai para as ruas como deveria fazer. Com a coragem e a determinação de um chileno, essa gente faria muito bem se fechasse as vias públicas para fazer delas o seu palco de protesto. Isto, segundo a opinião de quem também não vai, claro. Continue lendo “ALÁ, MEU BOM ALÁ”
ABSTINÊNCIA RIMA COM PENITÊNCIA
Pregam por aí a abstinência sexual. A população por certo que não vê com bons olhos tal campanha que, a princípio, foi levada aos jovens, depois se estendeu às demais faixas etárias, excetuando, claro, aquela que já a exercitava bem antes da coisa se transformar em polêmica. Continue lendo “ABSTINÊNCIA RIMA COM PENITÊNCIA”
OUTRA CHATICE VIRÓTICA
E o vírus chegou para espalhar terror, como é a função de qualquer vírus, diga-se de passagem. Dizem até que o danado é mutante. Eu, como escriba de coisas miúdas, como dizia o bom Machado, não procuro me aprofundar muito na questão, tendo em vista as mutações que sofrem as verdades espalhadas por este mundo desde que sapiens se tornou o homo. Continue lendo “OUTRA CHATICE VIRÓTICA”
A PREÇO DE BANANA
A declaração infeliz de que com o dólar baixo as empregadas domésticas viajavam para a Disney, numa festa danada, foi alvo de muita crítica esta semana. E com toda a razão vociferaram as pessoas indignadas, sobretudo as que são ou descendem de gente que faz desta profissão a base para o seu sustento. Soou mesmo como uma banana para o povo deste vasto sertão, tais palavras. Continue lendo “A PREÇO DE BANANA”
REFLEXOS DO PASSADO
Poucas coisas nesta vida se apresentam tão saudosistas em nossas mentes como uma velha estação de trem. Sobretudo essas de cidades de interior, que marcaram chegadas e partidas em tempos que se perderam na memória. São cenas em preto e branco, meio desbotadas que, às vezes, vêm só para bulir um bocadinho com os corações de longa estrada. Continue lendo “REFLEXOS DO PASSADO”
SINA DE MORTE
Pedinte é termo que serve para definir qualidade de pessoa que pede esmolas. Ser humano igual aos outros, que se espalha aos montes por esta vasta nação de vastíssima desigualdade, povoando suas esquinas, sempre de chapéu na mão. O porquê de sua existência caótica em meio à sociedade da qual deveria fazer parte, remete a um conjunto de circunstâncias que o condenaram a passar a vida na sarjeta, se alimentando de restos e de caridade. Logicamente que não cabe aqui elaborar pensamento mais detalhado sobre a origem de toda essa tragédia, que remonta tempos antigos. Continue lendo “SINA DE MORTE”
EVANGELHO FRAUDADO
Noutro dia as redes sociais exibiram a performance de um pastor evangélico que, cheio de júbilo e temor a Deus, partiu para a agressão quando gente contrária ao seu pensamento manifestou a sua revolta com a visita na cidade, de pessoa considerada non grata. Continue lendo “EVANGELHO FRAUDADO”
CORRER PARA VER QUEM CHEGA PRIMEIRO
No desenrolar desta vida maluca, há de se imaginar sempre um bando de gente afoita por chegar a lugar nenhum. É uma competição inglória para ver quem é o mais forte, quem tem mais poder aquisitivo e, por conseguinte, dispõe de mais recursos para tocar o barco com mais conforto e dignidade, obsecado mesmo por acumular e acumular. Tem sujeito por aí que se vivesse mil anos não conseguiria gastar o dinheiro que arrebanhou durante décadas, ou herdou. E segue em busca de mais e mais, atropelando pai e mãe se necessário for. Esta é a vida, afinal. Continue lendo “CORRER PARA VER QUEM CHEGA PRIMEIRO”