BOM E VELHO BATE-PAPO

Atendendo à sugestão de uma amiga, resolvi deitar no papel a minha querida e inseparável caneta para propor uma reflexão ao paciente leitor que, uma vez leitor, deve ser afeito também a uma boa conversa. Aliás, assunto é o que não deve faltar para o amante da palavra escrita, este que constantemente se envereda pelos ricos caminhos trilhados pelas ideias de quem muito sabe. Continue lendo “BOM E VELHO BATE-PAPO”

CULTO AO BARULHO

Antigamente quando despertava no jovem ser humano o desejo de ouvir música, seus ouvidos eram normalmente contemplados com, imaginem… Música, me-lo-di-a. Ela que servia para animar casamentos, aniversários, formaturas, e outras tantas festas, às vezes, com bailes em que homens dançavam com mulheres! É, isso mesmo! E agarradinhos! Continue lendo “CULTO AO BARULHO”

COMO DIZIA MINHA MÃE

“É, pra morrer basta estar vivo”, dizia mamãe, convicta, todas as vezes que recebia a notícia do súbito desaparecimento de alguém. Coube a mim, diga-se de passagem, a lembrança desse ditado quando de sua partida. Máxima um tanto óbvia, eu sei, porém, perfeitamente cabível naquela hora em que o sinistro acontecimento tem o poder de causar perplexidade, mesmo que se saiba da realidade dos fatos e da fragilidade do fio, sustentáculo da vida. Basta olhar para o ser humano enquanto corpo a perambular por esse mundo, para que se viaje numa perigosa reflexão que pode levar à consciência de se saber frágil e desamparado. Continue lendo “COMO DIZIA MINHA MÃE”

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